terça-feira, 1 de outubro de 2019

Trabalhando transversalmente a Multiculturalidade

      Trabalhamos transversalmente, a história de Zumbi, na disciplina de Língua Portuguesa, através da leitura do livro: "Zumbi, O Menino Que Nasceu E Morreu Livre".
      Fizemos uma leitura colaborativa, na qual todos os alunos participaram e depois foi proposta uma reescrita textual.
     


quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Projeto de leitura: O Pequeno Príncipe


TODO MENINO É UM PRÍNCIPE!


      O Pequeno Príncipe foi escrito por Antoine de Saint-Exupéry em 1943, um ano antes de sua morte. Embora pareça um livro para crianças, é na verdade um livro rico em alegorias e verdades profundas sobre o relacionamento humano.
      Seu escritor tinha alma de poeta e suas frases ainda hoje são muito citadas por inúmeras pessoas. Até quem nunca leu essa obra conhece alguns de seus famosos textos como o diálogo da raposa com o pequeno príncipe.
      Esse livro atravessou continentes e foi traduzido para muitas outras línguas, sendo seu original em francês.
      Os valores se constroem no convívio com o outro, nas ações do dia-a-dia, e, nós, educadores, precisamos, além de dedicar a atenção a determinados valores no momento e na hora certa, assumir esse compromisso com o coração e com a ação.
      É fundamental planejarmos atividades específicas para refletir junto aos alunos sobre o comportamento humano, sem apontar o defeito do outro, e oportunizarmos que cada um se "olhe" e se expresse, trazendo exemplos de situações vividas para uma discussão. Isso é, agir em prol do bem comum, é papel que um de nós.
      Esse diferencial do positivo na formação do cidadão é comprometimento com o social. Portanto, preparei essa obra extraordinária para desenvolver com a turma do 4º ano, os valores da amizade e do afeto verdadeiro, por ocasião da proximidade do Dia das Crianças. É muito oportuno lembrarmos de que "todo menino é um príncipe", como aquele da história, independente de condição social ou etnia.
      Vamos celebrar, enfim, o amor e a cultura da paz, trabalhando valores fundamentais para o profícuo desenvolvimento integral da criança.



terça-feira, 24 de setembro de 2019

Leitura com o "sussurrofone"





Os alunos do 4º ano começaram a desenvolver atividades de leitura usando o sussurrofone, um protótipo feito com canos de PVC que permite que os alunos ouçam a própria voz enquanto leem.
A iniciativa, que já é desenvolvida em escolas do Brasil e também do exterior, incentiva o hábito da leitura de uma forma divertida. Com uso do sussurrofone, os estudantes passam a fazer parte de um ambiente de letramento, imersão e diálogo criativo com a cultura e a escrita, gerando melhoras na fala, ritmo, fluência e entonação.
Um dos principais benefícios da atividade é proporcionar aos estudantes a oportunidade de ouvir a própria voz, controlar a entonação e corrigir possíveis erros de leitura. Tal atividade também permite melhorar a escrita, pois ao ouvirem o que estão lendo, os alunos conseguem perceber pormenores da fala, evitando reproduzir os erros ou equívocos de pronúncia no texto ou ditados.
A intenção desse recurso é motivar os alunos a ler mais, melhorar o ritmo da voz, a fluência e a entonação na leitura.

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Torneio de trava-línguas

     Ontem, houve um torneio de trava-línguas, em nossa sala, visando promover uma forma motivadora, desse gênero textual. 
     Primeiramente, após introduzirmos o seu conceito e  historicização, solicitamos uma pesquisa de um trava-línguas, que seria recitado durante o torneio.
     O aluno que leu com fluência, sem 'travar a língua', recebeu um presentinho. Todos os participantes receberam um agradinho (balinha de goma).
      Confira as fotos e os vídeos dessa atividade especial.






sábado, 24 de agosto de 2019

Premiação do Campeonato Interséries

     Os alunos do quarto ano que participaram do Campeonato Interséries, foram condecorados pela Gestão de nossa escola.
     Parabéns, meninos!

 “Aprendi desde menino que tudo na vida a gente consegue com luta e dignidade: correr com as pernas, aguentar com o coração, vencer com a cabeça.” Vanderlei Cordeiro de Lima, maratonista pelo Brasil.


Campanha Agosto Lilás, em nossa escola



Fizemos cartazes e quadrinhos usando o tema Violência contra a mulher.


     Neste mês de agosto, a Lei Maria da Penha, que garante a proteção das mulheres contra qualquer tipo de violência doméstica, completa 13 anos. Em consonância com esta Lei, a campanha Agosto Lilás busca a sensibilização, o diálogo e a informação da população acerca dos direitos da mulher em situação de violência e alerta a sociedade para este problema grave.
     Ao contrário do que pensa, casos envolvendo violência de gênero podem acontecer em qualquer lugar e camada social. É através da conscientização que mulheres em situação de violência doméstica podem receber a devida atenção e proteção.
     A violência física não é a única que se enquadra no rol taxativo da Lei Maria da Penha. Existem, ainda, a violência psicológica, a violência sexual, a violência patrimonial e a violência moral. É importante salientar que a violência doméstica é um fenômeno complexo, sendo que a mulher pode não se perceber como vítima, tendo em vista o ciclo em que está envolvida.
     Características do possível agressor:
     Quando o homem demonstra alguns destes comportamentos ele pode estar cometendo algum tipo de violência contra a mulher.
  • Impedir a mulher de trabalhar fora de casa;
  • Negar-lhe a possibilidade de sair sozinha ou de ter amigas;
  • Impedi-la de escolher o tipo de roupa que deseja usar;
  • Impedir sua participação em atividades sociais;
  • Agressões domésticas ou desqualificação e humilhação privada ou em público;
  • Relações sexuais forçadas no casamento.
     Além dos canais de denúncia descritos abaixo, a equipe do CREAS é competente para receber denúncias sobre violência doméstica e acompanhar o caso visando à proteção dos direitos da mulher.



segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Projeto de Leitura: A semente da verdade

Mathias
     
    
    Começamos a trabalhar um conto tradicional chinês, chamado A semente da verdade.
     Este conto nos revela a importância da honestidade e da sinceridade.
     Dizer a verdade, contudo, não significa usar as nossas competências para encontrar falhas nos outros e denunciá-las.
     A verdade, quando expressa de forma correta, deve ser uma ferramenta para auxiliar o próximo, e não para magoá-lo.
      Continuem sempre no caminho do bem e da verdade que liberta

Luizinho
 

  Estratégia:  Fizemos uma contação e, em seguida, conversamos informalmente sobre os valores que o conto evidenciou. Depois, foi proposta uma reescrita da história ouvida.
     No decorrer da semana, trabalharemos a interpretação textual, através da leitura e produção escrita.


 

A Semente da verdade 

      O imperador precisava achar um sucessor. Sem filhos, nem parentes próximos, ele decidiu chamar todas as crianças do reino. Thai foi uma delas. Ele era um ótimo menino. Dedicava-se ao jardim de sua casa, e cada planta tocada por ele crescia viçosa e forte.

      No dia marcado, dirigiu-se até o palácio, onde havia milhares de pequenos súditos. O imperador disse:
     - Crianças, preciso escolher o meu sucessor entre vocês. Vou lhes dar uma tarefa. Aqui estão algumas sementes; quero que vocês as cultivem. O trono será daquele que me trouxer, daqui a um ano, a planta mais bonita.
      Thai era um excelente jardineiro e, com certeza, faria muito bem o que o imperador pedira. Porém, por mais que se esforçasse, a semente não brotava. O menino fez tudo o que podia, mas seus esforços não adiantaram.
      Até o dia de apresentar a planta ao imperador, a semente de Thai não havia brotado e o menino estava tão preocupado que não queria enfrentar as outras crianças; porém seu avô:
      - Você é honesto. Vá até o imperador e diga a verdade. Sua dedicação foi máxima, mas a semente não brotou. Não se envergonhe, querido, apenas explique o que você fez, pois devemos sempre agir com honestidade, buscando a felicidade, sem que a nossa alegria faça alguém infeliz.
      Thai obedeceu ao avô e foi ao palácio. Entretanto, ao chegar lá, ficou assustado, pois era a única criança que não levava consigo uma belíssima planta. O imperador chamava as crianças e examinava os vasos. Não sorria e nem esboçava contentamento. Thai estava muito nervoso, pois, se o imperador não havia até então aprovado aquelas plantas maravilhosas, o que não diria de seu vaso sem nada?
      Thai foi ficando para trás e, quando se deu conta, era o último da fila. Mas sua vez chegou, e ele não poderia mais adiar o encontro com o imperador.
      - Vejamos, meu jovem, o que tem aí para mim.
Thai não pôde mais evitar as lágrimas. Com a cabeça baixa, mostrou o vaso ao imperador e disse:
      - Senhor, sou jardineiro e uma das minhas virtudes é a perseverança, mas, por mais que eu tenha me esforçado, a semente não brotou. Meu avô ajudou a pensar sobre o que fazer e optei por dizer a verdade, contar meu esforço e pedir-lhe perdão.

      - Não se envergonhe, criança, você fez o certo. A sua grande virtude foi dizer a verdade, pois eu havia queimado todas as sementes e nenhuma poderia germinar. Portanto, você foi o único que, de fato, plantou a semente da verdade.